Desde 24/05/2026 toda operação de transporte de cargas precisa de CIOT vinculado ao MDF-e (Resolução ANTT 6.078/2026); faltar custa R$ 10.500,00 por operação. O CTrans é o emissor de CT-e, MDF-e e CIOT em que a transportadora com frota própria declara o CIOT direto na ANTT e o CT-e já sai com IBS e CBS, pelo celular.






Painel, cadastros, emissão e relatórios: tudo que existe no computador existe no celular, com o mesmo login.



CIOT obrigatório com multa, IBS e CBS já exigidos no XML e mensalidade que não entrega atualização: os três motivos de troca que mais chegam no WhatsApp.
Desde 24/05/2026 toda operação de transporte de cargas exige CIOT (Resolução ANTT 6.078/2026), e o código vai no XML do MDF-e (Ajuste SINIEF 3/2026). Faltar custa R$ 10.500,00 por operação (Lei 15.485/2026), e a multa é da transportadora, não do motorista.
O XML do CT-e e do MDF-e precisa trazer IBS e CBS para fatos geradores desde 03/08/2026 (Ato Conjunto RFB/CGIBS 4/2026). A rejeição automática foi adiada pela NT 2026.002 v1.01, então o emissor antigo "parece funcionar": o documento sai incompleto e a obrigação segue descumprida.
Mensalidade alta, atualização que nunca chega e suporte que demora. Cada mudança de regra vira um problema seu.
O CTrans declara a operação na ANTT com o certificado da sua transportadora antes de o caminhão sair, como exige a Portaria SUROC 6/2026. Sem intermediário, sem taxa por CIOT, sem planilha. O que é CIOT e quem precisa emitir.
Frota própria ou autônomo? Transportadora (ETC) com frota própria registra o CIOT direto na ANTT, sem intermediário: é o caso do CTrans. Se o frete é com autônomo (TAC), o CIOT sai pela instituição de pagamento (IPEF) e você só informa o número no MDF-e.


IBS e CBS são obrigatórios no CT-e e no MDF-e desde 03/08/2026; a rejeição automática foi adiada, o preenchimento não. No CTrans os campos entram no padrão da sua empresa uma vez e todo documento sai preenchido. Mudou a nota técnica? Atualizamos do nosso lado. O que muda no CT-e, com as normas.
CFOP, regime, alíquotas e componentes salvos. O emissor abre pronto.
Erro da SEFAZ traduzido para o que fazer, não o código cru.
Cada ponto é uma carga em trânsito com CT-e, MDF-e e CIOT emitidos no CTrans. Os estados acendem na ordem em que a operação cresceu: Sudeste, Sul, Nordeste, Norte.
Contagem feita no banco de produção do CTrans, não em estimativa: cada número abaixo é um registro autorizado pela SEFAZ.
Contagem em 15/10/2026, direto do banco de produção: 6.510 motoristas e 6.594 veículos cadastrados; documento válido com destino em 25 dos 27 estados (faltam Acre e Amapá). Entre o envio e a autorização da SEFAZ, a mediana é de 14 segundos: 82% dos CT-e autorizam em até 30 s e 94% em até 1 minuto (3.364 CT-e desde abril de 2026).
Emissor de CT-e e MDF-e, CIOT na ANTT, NF-e por chave ou XML, WhatsApp para o motorista e relatórios, no mesmo login, no computador e no celular.
Passo a passo, com anexo de NF-e por chave ou pelo XML, sem sair da tela.
Declarado, encerrado e consultado dentro do sistema, com o seu certificado.
DACTE, DAMDFE e CIOT chegam no celular de quem está na estrada.
Suba o XML e a nota vira CT-e com os cadastros resolvidos.
Carregamentos por estado, faturamento por cliente, ICMS por CFOP, numeração — em planilha.
Emissão, consulta e CIOT funcionam na tela pequena, não só no escritório.
Conferido nos sites de cada fornecedor em 15/10/2026. "Não informado" quer dizer que o site não publica a informação; se publicar, corrigimos.
| Critério | CTrans | Tron | SimplesCTe | Bsoft |
|---|---|---|---|---|
| Preço de entrada publicado | R$ 39,90/mês (Starter); tabela aberta | Não informado | Não informado | Não informado |
| Plano gratuito | Sim, sem cartão (1 CT-e e 1 MDF-e/mês) | Demonstração gratuita | Não informado | Não informado |
| CIOT na ANTT | Direto na ANTT, incluso no plano | Não informado | Sim; cobrança não informada | Sim, pelo TMS; cobrança não informada |
| Reforma tributária (IBS/CBS) | Já no emissor | Não informado | Não informado | Não informado |
| Emissão pelo celular | Sim, no navegador | "100% web"; app não informado | Sim, aplicativo próprio | Não informado |
| Documento para o motorista | WhatsApp, na autorização | Não informado | Não informado | Não informado |
Fontes: tron.com.br, simplescte.com.br, bsoft.com.br. Hivecloud não entrou porque o site bloqueia a leitura automática. Marcas pertencem aos respectivos donos.
Para começar você precisa de CNPJ com inscrição estadual e credenciamento na SEFAZ, certificado digital A1 e, para o CIOT, o RNTRC ativo. O resto o CTrans resolve nos três passos abaixo.
Sem cartão. Suba o certificado A1 da transportadora.
Pela chave ou pelo XML. Remetente, destinatário e valores vêm preenchidos.
CT-e, MDF-e e CIOT autorizados; o motorista recebe no WhatsApp.
Quatro planos mensais, do Gratuito (sem cartão) ao Intermediário, todos com CIOT incluso e sem taxa por documento dentro do limite.
Todos emitem em produção. Além do limite, R$ 2,00 por documento — sem bloqueio.
Pagamento por PIX, boleto ou cartão, processado pela Pagar.me (Stone). Cancele quando quiser, sem fidelidade.
Para testar de verdade, sem cartão.
Autônomo ou frota pequena.
Transportadora em crescimento.
Equipe emitindo todo dia.
Nosso time cadastra a transportadora, o certificado, veículos, motoristas e clientes, e acompanha até o seu primeiro CT-e e MDF-e autorizados. Opcional: marque no checkout de qualquer plano e entra na primeira fatura.
Volume maior que 300 documentos por mês? Fale com a gente — plano Robusto (500/mês) e cotações sob medida.
Quatro clientes avaliaram o CTrans com 5 estrelas em 15/10/2026. Os números ao lado de cada nome vêm do banco de produção.
“Emitimos CT-e pelo CTrans desde 2016. São mais de 24 mil documentos e a operação nunca parou por causa do sistema. Quando a regra muda, já vem pronto no emissor.”
“Mais de 27 mil CT-e desde 2020. O XML da nota vira CT-e em um minuto e o motorista recebe o DACTE no WhatsApp antes de sair do pátio.”
“Começamos em 2021. O que mais uso no dia a dia: anexar a NF-e pela chave e a rejeição da SEFAZ explicada em português, sem ficar procurando o código.”
“Comecei em julho de 2026. CT-e e MDF-e saíram no primeiro dia e, quando precisei de ajuda com a numeração, o suporte resolveu pelo WhatsApp no mesmo dia.”





Respostas curtas sobre CIOT, reforma tributária, planos e celular, com a norma e o valor quando existe.
CIOT é o Código Identificador da Operação de Transporte, um número de 12 dígitos que a ANTT gera para cada frete. Desde 24/05/2026 (Resolução ANTT 6.078/2026) toda operação de transporte rodoviário de cargas remunerado precisa dele, vinculado ao MDF-e. Transportadora com frota própria registra direto na ANTT; quem contrata autônomo gera pela instituição de pagamento (IPEF).
Desde 24/05/2026 o CIOT é exigido em todo transporte rodoviário remunerado de carga. Se você emite CT-e e MDF-e por frete, precisa. O CTrans emite direto na ANTT com o certificado da sua transportadora e já preenche a natureza da carga a partir do produto do CT-e.
R$ 10.500,00 por operação, pela Resolução ANTT 6.078/2026 (art. 19) e pela Lei 15.485/2026. Não vincular o CIOT ao MDF-e tem a mesma multa, e ela é aplicada à transportadora, não ao motorista.
CNPJ com inscrição estadual e credenciamento na SEFAZ do seu estado, certificado digital A1 (arquivo .pfx) e, para o CIOT, o RNTRC ativo na ANTT. Com isso em mãos, a conta no CTrans e o primeiro CT-e saem no mesmo dia.
Em todos. Hoje há documento válido emitido pelo CTrans com destino em 25 dos 27 estados (faltam Acre e Amapá), em 1.157 cidades.
O XML do CT-e e do MDF-e ganhou os campos de IBS e CBS, obrigatórios para fatos geradores desde 03/08/2026 (Ato Conjunto RFB/CGIBS 4/2026). A rejeição automática pela SEFAZ foi adiada pela NT 2026.002 v1.01, mas preencher continua obrigatório. O emissor do CTrans já traz esses campos, e o padrão da sua empresa fica salvo para não digitar de novo.
O CT-e (modelo 57) é o documento fiscal do frete, autorizado pela SEFAZ. O MDF-e (modelo 58) é o manifesto da viagem, que lista os CT-e, o veículo e o motorista. O CIOT é o registro da operação na ANTT; desde 01/06/2026 o número do CIOT vai dentro do XML do MDF-e.
O emissor gratuito da SEFAZ-SP foi descontinuado em 2017 e o do Sebrae que o sucedeu não declara CIOT na ANTT nem manda documento ao motorista. No CTrans o plano Gratuito emite 1 CT-e e 1 MDF-e por mês, em produção, com CIOT incluso e sem cartão.
No CTrans, as mais frequentes em 2026 são chave de acesso da NF-e inválida (843: conferir os 44 dígitos ou anexar o XML), CFOP incompatível com a operação (519 e 524: trocar o CFOP no padrão da empresa) e duplicidade de CT-e (539: o documento já foi autorizado, consulte antes de reenviar). O histórico mostra cada rejeição traduzida em português, com o texto da SEFAZ guardado.
Sim. O plano Gratuito emite CT-e e MDF-e de verdade, em produção, sem cartão. Quando precisar de volume, troca de plano dentro do sistema.
Sim. Emissão, consulta e CIOT funcionam no celular, e o motorista recebe os documentos no WhatsApp.
Não. No checkout de qualquer plano você pode marcar a Configuração assistida (R$ 149,90, uma vez só): nosso time cadastra transportadora, certificado, veículos, motoristas e clientes e acompanha até o seu primeiro CT-e e MDF-e saírem autorizados.
Cada documento além do limite custa R$ 2,00. Sem bloqueio, sem surpresa: aparece discriminado na fatura.
Pagando 12 meses no PIX ou boleto você tem 15% de desconto sobre o total, e a próxima cobrança só vem depois de um ano. O anual é fechado pelo WhatsApp: escolha Anual na tabela de planos e fale com a gente.
Quem escreve: Diego Ansanello Cataldi, fundador da DAC Sistemas (Rio Claro, SP), desenvolve o CTrans desde 2016 e cuida da integração do emissor com a SEFAZ (CT-e e MDF-e) e com a ANTT (CIOT). Fontes: Resolução ANTT 6.078/2026, Lei 15.485/2026, Ajuste SINIEF 3/2026, Portaria SUROC 6/2026, Ato Conjunto RFB/CGIBS 4/2026, NT 2026.002 v1.01, Portal do CT-e e ANTT. Atualizado em 15/10/2026.
Conta grátis em dois minutos, sem cartão. Se travar em alguma coisa, o WhatsApp responde em até uma hora.