Desde 24/05/2026 toda operação de transporte de cargas precisa de CIOT vinculado ao MDF-e (Resolução ANTT 6.078/2026); faltar custa R$ 10.500,00 por operação. O CTrans (DAC Sistemas) é o emissor de CT-e, MDF-e e CIOT em que a transportadora com frota própria declara o CIOT direto na ANTT e o CT-e já sai com IBS e CBS, pelo celular.






Painel, cadastros, emissão e relatórios: tudo que existe no computador existe no celular, com o mesmo login.



CIOT obrigatório com multa, XML novo do CT-e e mensalidade que não entrega atualização: os três motivos de troca que mais chegam no WhatsApp.
Desde 24/05/2026 toda operação de transporte de cargas exige CIOT (Resolução ANTT 6.078/2026), e o código vai no XML do MDF-e (Ajuste SINIEF 3/2026). Faltar custa R$ 10.500,00 por operação (Lei 15.485/2026), e a multa é da transportadora, não do motorista.
O XML do CT-e (modelo 57) passou a exigir os campos de IBS e CBS da reforma tributária. Emissor que não conhece os campos novos gera documento recusado na SEFAZ, e a carga espera na porta.
Mensalidade alta, atualização que nunca chega e suporte que demora. Cada mudança de regra vira um problema seu.
O CTrans declara a operação na ANTT com o certificado da sua transportadora, na hora. Sem intermediário, sem taxa por CIOT, sem planilha.
Frota própria ou autônomo? Transportadora (ETC) com frota própria registra o CIOT direto na ANTT, sem intermediário: é o caso do CTrans. Se o frete é com autônomo (TAC), o CIOT sai pela instituição de pagamento (IPEF) e você só informa o número no MDF-e.


Os campos novos do CT-e entram no padrão da sua empresa uma vez, e todo documento sai preenchido. Mudou a regra? Atualizamos do nosso lado — é isso que uma assinatura tem que fazer.
CFOP, regime, alíquotas e componentes salvos. O emissor abre pronto.
Erro da SEFAZ traduzido para o que fazer, não o código cru.
Cada ponto é uma carga em trânsito com CT-e, MDF-e e CIOT emitidos no CTrans. Os estados acendem na ordem em que a operação cresceu: Sudeste, Sul, Nordeste, Norte.
Contagem feita no banco de produção do CTrans, não em estimativa: cada número abaixo é um registro autorizado pela SEFAZ.
Contagem em 14/10/2026, direto do banco de produção: 6.510 motoristas e 6.594 veículos cadastrados; documento válido com destino em 25 dos 27 estados (faltam Acre e Amapá).
Emissor de CT-e e MDF-e, CIOT na ANTT, NF-e por chave ou XML, WhatsApp para o motorista e relatórios, no mesmo login, no computador e no celular.
Passo a passo, com anexo de NF-e por chave ou pelo XML, sem sair da tela.
Declarado, encerrado e consultado dentro do sistema, com o seu certificado.
DACTE, DAMDFE e CIOT chegam no celular de quem está na estrada.
Suba o XML e a nota vira CT-e com os cadastros resolvidos.
Carregamentos por estado, faturamento por cliente, ICMS por CFOP, numeração — em planilha.
Emissão, consulta e CIOT funcionam na tela pequena, não só no escritório.
O que muda na prática para quem sai de um emissor de CT-e tradicional: CIOT incluso, reforma tributária pronta, celular e preço a partir de R$ 39,90.
| Situação | Sistema antigo | CTrans |
|---|---|---|
| Emitir CIOT | ✕ Não emite, ou cobra por CIOT | ✓ Direto na ANTT, incluso no plano |
| Reforma tributária (IBS/CBS) | ✕ Depende de atualização paga | ✓ Já no emissor |
| Documento para o motorista | ✕ Imprime e entrega na mão | ✓ Chega no WhatsApp |
| Emissão pelo celular | ✕ Só no computador | ✓ Emite de onde estiver |
| Nota fiscal do cliente | ✕ Digita a chave, campo a campo | ✓ Importa o XML e preenche sozinho |
| Erro da SEFAZ | ✕ Código cru para você pesquisar | ✓ Explicado, com o que fazer |
| Preço | ✕ Mensalidade alta + módulos | ✓ A partir de R$ 39,90, teste grátis |
Para começar você precisa de CNPJ com inscrição estadual e credenciamento na SEFAZ, certificado digital A1 e, para o CIOT, o RNTRC ativo. O resto o CTrans resolve nos três passos abaixo.
Sem cartão. Suba o certificado A1 da transportadora.
Pela chave ou pelo XML. Remetente, destinatário e valores vêm preenchidos.
CT-e, MDF-e e CIOT autorizados; o motorista recebe no WhatsApp.
Quatro planos mensais, do Gratuito (sem cartão) ao Intermediário, todos com CIOT incluso e sem taxa por documento dentro do limite.
Todos emitem em produção. Além do limite, R$ 2,00 por documento — sem bloqueio.
Pagamento por PIX, boleto ou cartão, processado pela Pagar.me (Stone). Cancele quando quiser, sem fidelidade.
Para testar de verdade, sem cartão.
Autônomo ou frota pequena.
Transportadora em crescimento.
Equipe emitindo todo dia.
Nosso time cadastra a transportadora, o certificado, veículos, motoristas e clientes, e acompanha até o seu primeiro CT-e e MDF-e autorizados. Opcional: marque no checkout de qualquer plano e entra na primeira fatura.
Volume maior que 300 documentos por mês? Fale com a gente — plano Robusto (500/mês) e cotações sob medida.





Respostas curtas sobre CIOT, reforma tributária, planos e celular, com a norma e o valor quando existe.
CIOT é o Código Identificador da Operação de Transporte, um número de 12 dígitos que a ANTT gera para cada frete. Desde 24/05/2026 (Resolução ANTT 6.078/2026) toda operação de transporte rodoviário de cargas remunerado precisa dele, vinculado ao MDF-e. Transportadora com frota própria registra direto na ANTT; quem contrata autônomo gera pela instituição de pagamento (IPEF).
Desde 24/05/2026 o CIOT é exigido em todo transporte rodoviário remunerado de carga. Se você emite CT-e e MDF-e por frete, precisa. O CTrans emite direto na ANTT com o certificado da sua transportadora e já preenche a natureza da carga a partir do produto do CT-e.
R$ 10.500,00 por operação, pela Resolução ANTT 6.078/2026 (art. 19) e pela Lei 15.485/2026. Não vincular o CIOT ao MDF-e tem a mesma multa, e ela é aplicada à transportadora, não ao motorista.
CNPJ com inscrição estadual e credenciamento na SEFAZ do seu estado, certificado digital A1 (arquivo .pfx) e, para o CIOT, o RNTRC ativo na ANTT. Com isso em mãos, a conta no CTrans e o primeiro CT-e saem no mesmo dia.
Em todos. Hoje há documento válido emitido pelo CTrans com destino em 25 dos 27 estados (faltam Acre e Amapá), em 1.157 cidades.
O XML do CT-e ganhou os campos de IBS e CBS. Sistema antigo que não os preenche tem o documento rejeitado. O emissor do CTrans já traz esses campos, e o padrão da sua empresa fica salvo para não digitar de novo.
Sim. O plano Gratuito emite CT-e e MDF-e de verdade, em produção, sem cartão. Quando precisar de volume, troca de plano dentro do sistema.
Sim. Emissão, consulta e CIOT funcionam no celular, e o motorista recebe os documentos no WhatsApp.
Não. No checkout de qualquer plano você pode marcar a Configuração assistida (R$ 149,90, uma vez só): nosso time cadastra transportadora, certificado, veículos, motoristas e clientes e acompanha até o seu primeiro CT-e e MDF-e saírem autorizados.
Cada documento além do limite custa R$ 2,00. Sem bloqueio, sem surpresa: aparece discriminado na fatura.
Pagando 12 meses no PIX ou boleto você tem 15% de desconto sobre o total, e a próxima cobrança só vem depois de um ano. O anual é fechado pelo WhatsApp: escolha Anual na tabela de planos e fale com a gente.
Quem escreve: Diego Ansanello Cataldi, fundador da DAC Sistemas, desenvolve o CTrans desde 2016 e cuida da integração do emissor com a SEFAZ (CT-e e MDF-e) e com a ANTT (CIOT). Fontes: Resolução ANTT 6.078/2026, Lei 15.485/2026, Ajuste SINIEF 3/2026, Portal do CT-e e ANTT. Atualizado em 14/10/2026.
Conta grátis em dois minutos, sem cartão. Se travar em alguma coisa, o WhatsApp responde em até uma hora.